Operando Direito

3 Cláusulas Essenciais no Contrato de Honorários para Aposentadorias

O contrato de honorários é um dos documentos mais importantes para os advogados, especialmente para o advogado previdenciário.

Contudo, um contrato mal elaborado, sem considerar detalhes importantes, pode:

  • Desvalorizar seus honorários advocatícios. Você perde dinheiro;
  • Desmotivar você a antecipar a implantação do benefício previdenciário;
  • Diminuir o comprometimento dos seus clientes com o processo.

Por isso, é fundamental que seu contrato de honorários seja muito bem pensado. Veja o modelo (já testado e comprovado) que vamos dar para você no final do post.

Siga essas dicas eficientes para melhorar seu contrato de honorários para processos de aposentadoria, evitando problemas no futuro e valorizando o seu árduo trabalho.

Dica 1: Estipule honorários para averbação de tempo de contribuição

É normal nos processo previdenciários com o objetivo de conceder uma aposentadoria, o advogado conseguir acrescentar vários anos de tempo de contribuição, mesmo que o processo não resulte na concessão do benefício.

Esta averbação de tempo de contribuição significa uma grande vantagem para o cliente, que poderá se aposentar anos antes ou até mesmo aumentar o valor de seu benefício. É por isso que seu contrato não pode estar exclusivamente atrelado à concessão do benefício previdenciário.

E seu contrato precisa estar preparado para esta situação. Existem ao menos duas soluções que você deve adotar contratualmente caso a demanda resulte em averbação de tempo de contribuição sem a concessão de benefício:

  • Estipular um valor fixo a ser cobrado se a demanda resultar exclusivamente em averbação de tempo de contribuição. Neste caso, para estabelecer este valor fixo, aconselho pesquisar os honorários sugeridos pela sua seccional da OAB para as demandas de averbação de tempo de contribuição;
  • Estipular um valor por cada mês averbado além da decisão administrativa. Desta forma, quanto mais tempo de contribuição for averbado, maiores serão seus honorários.

Particularmente, a segunda opção parece mais acertada, uma vez que quanto maior o benefício concedido ao seu cliente, maior serão seus honorários.

Dica 2: Cobre os honorários sobre o proveito econômico, e não sobre o valor da execução.

Outro ponto que pode comprometer seus recebimentos é estipular a incidência dos honorários sobre o valor da execução do processo previdenciário. Este método de cobrança possui várias falhas que podem desmerecer uma excelente atuação profissional, preocupada no melhor resultado para o cliente.

Ao atrelar seus honorários ao valor da execução, sempre que você conseguir uma tutela antecipada ou uma concessão administrativa no decorrer do processo, você será o principal prejudicado.

Neste método, os benefícios administrativos ou concedidos por tutela antecipada farão seus honorários diminuírem.

Isso simplesmente não faz sentido! Dessa forma, quanto antes você conquista o benefício para o seu cliente e melhor for sua atuação profissional, menores serão seus honorários.

Por isso, é mais adequado estipular os honorários sobre o proveito econômico do processo, composto pelas parcelas vencidas e parcelas vincendas calculadas até a data do trânsito em julgado, sem dedução de benefícios previdenciários recebidos no decorrer do processo judicial. Sejam essas parcelas decorrentes do presente processo ou de processos administrativos ou judiciais paralelos.

Isso significa que, mesmo que uma tutela antecipada seja concedida, ou outro benefício seja concedido administrativamente, seus honorários não serão prejudicados.

Nada mais justo!

DICA BÔNUS: Lembra que no último post falei sobre a super dica da separação dos honorários contratuais? Se o contrato estiver feito desta forma, alguns juízes determinam a separação dos honorários calculando a incidência dos honorários advocatícios sobre o proveito econômico da ação (vencidas, vincendas, sem dedução de benefícios previdenciários) e não sobre valor líquido recebido por meio de RPV ou Precatório.

Isto aumenta a lucratividade de cada processo e permite você se dedicar ao melhor resultado para o seu cliente sem desvalorizar seus honorários.

Dica 3: Detalhe as obrigações do cliente e estipule multa

É muito comum nos contratos de honorários o advogado esquecer de detalhar quais são as obrigações do cliente. Isto é um erro grave que prejudica o comprometimento do seu cliente com o processo de aposentadoria.

Sempre deixe muito claro no contrato quais são as obrigações do cliente, de modo que você possa atuar para garantir o melhor resultado possível da demanda.

Abaixo listo algumas responsabilidades importantes que você pode discriminar no seu contrato:

  1. Fornecer todas as informações necessárias para o andamento processual;
  2. Manter os dados pessoais atualizados, tendo a obrigação de informar imediatamente, pelo e-mail ou telefone, toda e qualquer alteração de endereço, telefone ou e-mail;
  3. Caso necessite de prova testemunhal, indicar 3 testemunhas até 30 dias antes da audiência, justificação judicial ou justificação administrativa;
  4. Comparecer em todas as audiências, justificações judiciais ou administrativas;
  5. Notificar qualquer alteração contributiva, como: desligamento do emprego, novo emprego, modificação nas contribuições como contribuinte individual, recebimento de qualquer benefício previdenciário, etc;
  6. Entregar todos os documentos necessários para o protocolo administrativo no INSS até 30 dias antes da data de atendimento agendada no INSS.

Estipulando precisamente os deveres do contratante geram pelo menos 3 benefícios valiosos:

  • Seu cliente valoriza mais seus serviços;
  • O processo se torna mais ágil e eficiente;
  • Diminui problemas com clientes discutindo o que você, advogado, deveria ter feito.

DICA: Além de discriminar os deveres do Contratante é fundamental estabelecer uma multa para o descumprimento das obrigações para reforçar as responsabilidades, a importância do processo previdenciário e seu profissionalismo.

Veja como isto é feito baixando nosso modelo testado em escritórios previdenciários experientes.

Conclusão

Estas estratégias são fundamentais para você valorizar o seu trabalho como advogado e ser devidamente remunerado por conseguir o melhor direito possível ao seu cliente.

Comece a usar todas essas cláusulas em seu contrato ainda hoje.

(Por: Rafael Ingrácio / Fonte: CalculoJurídico.com.br)

Advogada explica regime da separação de bens

Definido nos artigos 1.641, 1.687 e 1.688 do Código Civil de 2002, o regime de separação de bens traz como regra geral a incomunicabilidade de todo o acervo patrimonial ativo e passivo adquirido antes e durante a constância do casamento. Porém, é revestido de exceções que podem trazer a comunicabilidade de determinados bens.

É o que explica a advogada Adriana Blasius, do escritório Küster Machado – Advogados Associados. Segundo ela, “este é o único regime de bens que pode ser denominado como bipartido em sua origem, trazendo a classificação de dois sub-regimes, que são a separação convencional e a separação obrigatória ou legal de bens”.

A especialista afirma que na separação convencional de bens, a escolha pelo regime é de deliberação consensual e plena vontade das partes. “Neste regime permanecerão sob exclusiva propriedade de cada cônjuge os bens trazidos para a comunhão, bem como aqueles adquiridos durante a constância do casamento, havendo a preservação de dois patrimônios distintos.”

Segundo Adriana, igualmente, as dívidas existentes serão de responsabilidade de cada consorte, havendo comunicabilidade somente em relação àquelas auferidas para a manutenção e sustento do lar conjugal. “Este regime não traz qualquer impedimento em relação à aquisição patrimonial conjunta entre os cônjuges, mas, nestes casos, a aquisição comum será regida pelas regras gerais de Direito Civil, uma vez que se estabelecerá um condomínio entre os cônjuges”, afirma.

A advogada explica que, com a adoção desse regime, não se vislumbra qualquer repercussão patrimonial para os consortes, pois cada um manterá a condição de proprietário exclusivo do acervo de bens, estando também mantida a responsabilidade individual pelas obrigações, frutos e autonomia em sua administração.

Outro entendimento, de acordo com ela, é o de que, na denominada separação obrigatória ou legal de bens, uma ou ambas as partes não possuem a possibilidade de utilizar-se da autonomia de vontade para escolha do regime, sendo este eleito por imposição legal, bastando que preencham ao menos um dos requisitos trazidos pela lei. “Aqui, excepcionalmente, encontramos uma ‘limitação da autonomia privada dos nubentes’, objetivando a proteção patrimonial de determinadas pessoas, conforme preceitua o artigo 1.641 do Código Civil”, comenta.

A especialista aponta, como exemplo, a proteção de terceiros em relação ao acervo patrimonial que estiver na posse daquele que pretende contrair novas núpcias. Além disso, temos a proteção trazida aos maiores de 70 anos, por entender a lei ser injusto o beneficiamento das pessoas que tenham acabado de contrair núpcias com aquela que já possui todo um acervo patrimonial constituído. Indiretamente, tal imposição também visa a proteção dos direitos dos herdeiros, segundo ela.

“Cabe ainda a separação obrigatória de bens nos casos em que a necessidade de suprimento judicial se fizer presente pelo fato de a parte nubente não ter alcançado, em regra, o direito de praticar todos os atos da vida civil, ou seja, a maioridade ou emancipação.”

Nesses casos, destaca Adriana, que a tenra idade, ou falta de discernimento suficientes para avaliar todas as implicações trazidas pelo casamento, demonstram a necessidade de proteção patrimonial destas pessoas, pelo menos até o momento em que adquiram plena capacidade para tal avaliação, não havendo qualquer impedimento para que, futuramente, busquem a modificação do regime imposto.

“A regra da incomunicabilidade total dos bens adquiridos neste regime deixou de ser absoluta com o advento da súmula 377 do STF, a qual reproduz em seu texto que ‘no regime de separação legal de bens, comunicam-se os adquiridos na constância do casamento’, sendo esta a única exceção capaz de alcançar a comunicabilidade dos bens adquiridos durante a constância do casamento celebrado pelo regime da separação obrigatória de bens.”

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Fonte: Migalhas

Como definir metas e conquistar sonhos?

O ano novo está chegando e muitas pessoas aproveitam desse tempo de renovação para organizar suas metas e definir quais objetivos serão perseguidos no ano que está por vir. O palestrante motivacional Les Brown costumava dizer que “muitas pessoas falham na vida, não porque elas miram muito alto e erram, mas porque elas miram muito baixo e acertam”. Essa frase nos revela como o planejamento e disciplina são essenciais na busca pelos sonhos e como as metas são importantes nessa jornada.

Assim, o primeiro passo em direção à realização do seu objetivo é justamente estabelecer uma meta. Quando você quer usar um GPS ou mesmo um táxi, qual o seu primeiro comando? O destino. Se você não sabe para onde vai, qualquer lugar em que chegar pode ser bom, ou, pelo contrário, talvez não te satisfaça plenamente. Estabelecer as nossas metas é que o que nos projeta para novas conquistas, por isso esse momento é tão importante.

Mas como definir as metas da maneira correta para que realmente os sonhos se tornem realidade? Dois fatores são essenciais. O primeiro é ser o mais específico possível. Estudiosos já comprovaram que quanto mais específica sua meta é, mais a sua performance será afetada, ou seja, metas específicas geram maiores resultados.

Lembre-se que a sua meta precisa ser desafiadora de forma que você possa superá-la, e que ela também precisa ter um prazo determinado para que gere um comprometimento e um senso de organização da sua agenda. É essencial que a meta seja clara, para isso você pode explicar sua meta para um colega de trabalho ou um parente. Para ser ainda mais preciso, utilize o anagrama SMART: eSpecífica, Mensurável, voltada para a Ação, Relevante para você (seu trabalho ou sua vida) e baseada no Tempo.

Já o segundo fator para não se perder no caminho em busca da realização do sonho é se tornar responsável por sua meta, dividindo-a com alguém. Isso porque dividir a meta com outra pessoa aumenta em 65% as chances de atingi-la. Esse número ainda cresce quando você se compromete com alguém em entregar a meta, aumentando em 95% sua chance de realizá-la.

Aqui estamos falando em seguir duas etapas: escolher alguém com quem você se comprometa com sua meta e dar um feedback regular da evolução do seu planejamento para essa pessoa. Para saber se está avançando na direção certa, a meta é avaliada através de um critério de mensuração. Nesse caso, é importante estabelecer um indicador de performance, já que “quando a performance é medida, a performance melhora. Quando a performance é medida e reportada, a taxa de sucesso acelera”, como já dizia o escritor e líder Thomas S. Monson.

Portanto, se você quer ter sucesso em sua vida e tornar seus sonhos realidade, defina suas metas, escreva-as de forma específica e se comprometa com alguém a discutir a evolução desse plano periodicamente. Estabelecer metas nos permite ter uma visão de longo-prazo e nos empodera no dia a dia com motivação.

Por: Luciana Carreteiro

Fonte: Portal Administradores

Carreira profissional na advocacia: Por que alguns advogados têm sucesso e outros não?

Diariamente, observamos colegas advogados que reclamam da Advocacia. Neste texto, não me refiro às reclamações sobre os privilégios da acusação, as pressões do processo penal midiático ou as violações de prerrogativas pelas autoridades públicas.

Trato, basicamente, das reclamações sobre a Advocacia Criminal em si, como meio de vida e profissão. Sim, refiro-me às dificuldades financeiras e ao desânimo com a falta de progresso na carreira.

Talvez este texto pareça um pouco agressivo ou um choque de realidade para muitos dos meus leitores. Se esse for o caso, creio ser importante destacar que meu objetivo não é ofender, mas apenas ajudar aqueles que estão começando e que, em algum momento, têm dúvidas ou acham que já fracassaram.

Aliás, escrevo este texto pensando no que sofri na minha trajetória, quando achei, por algum momento, que algo estava dando errado, quando, na verdade, eu que estava fazendo errado.

Pois bem.

Iniciar na Advocacia Criminal – ou em qualquer outra área da Advocacia – não é fácil. Há uma concorrência enorme, com mais de um milhão de Advogados. Contudo, também não é algo impossível para quem busca o sucesso diariamente e com determinação.

Lembro-me de ter ido a um órgão público em uma quarta-feira de tarde e encontrado uma pessoa sentada e conversando sem preocupações. Essa pessoa puxou conversa e, depois de algum tempo, estávamos conversando sobre concursos, Advocacia etc., pois ambos exercíamos a Advocacia.

Minutos depois, a pessoa ficou surpresa quando eu disse que pedi exoneração do cargo de Defensor Público para ingressar na Advocacia Criminal. Lembro algumas frases que ele (a) me disse: “você é louco?”, “não dá para sobreviver apenas com a Advocacia” e “todos precisam fazer um bico, pois está impossível viver da Advocacia”.

Alguns minutos depois, comecei a analisar a situação. Alguém que estava sentado (a) batendo papo despretensiosamente numa quarta-feira de tarde estava me dizendo que é impossível sobreviver apenas com a Advocacia. Como assim? Ele (a) estava esperando os clientes caírem do céu?

Qual é a lição dessa história?

Antes de reclamarmos de algo – como o insucesso na Advocacia Criminal -, devemos avaliar se a culpa do fracasso não é preponderantemente nossa.

Em alguns casos, o fracasso não é da Advocacia como carreira, mas sim do profissional que busca o sucesso de forma desidiosa. Caso contrário, não teríamos profissionais bem-sucedidos.

Não desconsidero que há muitos fatores que podem gerar sucesso ou fracasso na Advocacia Criminal. Local em que trabalha, parentes na área, saúde, recursos financeiros… tudo contribui, de alguma forma, para o sucesso.

Contudo, quem ingressa na Advocacia Criminal de modo preguiçoso, deixando o dia passar sem ter ações revolucionárias, está fadado ao fracasso, mesmo que todos os outros fatores lhe sejam favoráveis.

A diferença básica entre sucesso (ou, como dizem, “dar certo”) e fracasso na Advocacia Criminal depende de como o Advogado Criminalista passa o seu dia. Todos temos o mesmo tempo diário. O que nos diferencia é o que fazemos nesse tempo.

Nesse sentido, o Advogado Criminalista pode “buscar” o crescimento profissional de forma passiva, permanecendo no escritório olhando atentamente para o telefone, aguardando que algum cliente descubra a sua existência.

Ou pode ser proativo e tentar inserir o seu nome no mercado como uma autoridade no ramo em que atua. O esforço contínuo, diário e intenso na Advocacia Criminal gera um crescimento exponencial.

Dedicando-se diariamente, por meio da criação de conteúdo, estudos intensos e estabelecimento de alianças e parcerias duradouras e efetivas, o Advogado Criminalista passa a ter uma procura muito maior a cada mês.

Em uma quinzena, será tão procurado quanto foi no mês anterior inteiro. Em seguida, será tão procurado em uma semana quanto foi na quinzena anterior. E assim o crescimento continua, de modo exponencial, até que ele passe a receber mais ligações e e-mails por dia do que recebia tais contatos por mês.

Parece exagero, mas não é. Na Advocacia, sobretudo na área criminal, a regularidade e a intensificação dos esforços geram um crescimento incrivelmente assustador.

Mantendo essa regularidade diária, o Advogado Criminalista terá mais procura profissional e receberá mais convites para palestrar e lecionar, chegando ao ponto em que, para conseguir manter a qualidade, deverá ser seletivo e recusar trabalhos e convites, o que parece ser muito distante da realidade daqueles que ainda permanecem passivamente em seus escritórios, apesar de saberem que temos mais de um milhão de potenciais concorrentes.

Se eu tivesse que deixar uma dica para os jovens Advogados nesta coluna, recomendaria, portanto, que sejam constantes e intensos. Tenham senso de urgência! Pensem, diariamente, se estão fazendo algo pela própria carreira ou se estão apenas reclamando enquanto esperam por algum evento imprevisível.

O sucesso na Advocacia Criminal depende preponderantemente das atitudes do Advogado Criminalista. A cada dia, dependendo de suas atitudes, o Advogado caminha para mais perto ou mais longe do sucesso.

Agir é algo necessário! A inércia consolida o fracasso. Leia, escreva, publique, associe-se, aperfeiçoe-se, procure outros Advogados etc. Enfim, seja constante e faça tudo agora!

 

Por Evinis Talon

Fonte: Canal Ciências Criminais

5 passos para desenvolver a resiliência

Thomas Edison, o inventor da lâmpada, realizou mais de mil experiências e enfrentou vários fracassos antes de realizar seu intento. Perguntado sobre como nunca desistira ou se desanimara entre as centenas de tentativas fracassadas, ele respondeu: “Eu nunca fracassei. Eu apenas descobri 10.000 maneiras que não funcionavam”.

Quantos de nós temos essa qualidade de não desistir de tentar alcançar nossos objetivos? Quantos de nós não se deixam abater pelos obstáculos da vida e pelas crises do momento?

Como destacamos em nosso último artigo, a resiliência é uma das 7 dicas eficazes para se vencer em 2017. Aqui vamos explicar como você pode desenvolvê-la.

A resiliência separa os vencedores de todos os demais. Pessoas resilientes possuem um espírito heroico: são pessoas determinadas e motivadas que não desistem facilmente, nem cansam de tentar alcançar seus objetivos e propósito. A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa.

Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise!

A resiliência é a capacidade de se recuperar de situações adversas ou de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa.A frase de Churchill ilustra a resiliência, que é a capacidade de se recuperar de situações de crise e aprender com ela. É ter a mente flexível e o pensamento otimista mesmo em situações difíceis, com metas claras e a certeza de que tudo passa.

Pessoas resilientes não se vitimizam – sempre se responsabilizam pelos seus atos, erros e acertos. Pessoas resilientes possuem grandes projetos de vida e não é qualquer dificuldade que consegue colocá-las para baixo. Pessoas resilientes possuem conhecimento sobre si mesmo, sua própria força, limitações e sentimentos. Pessoas resilientes derrotam a crise!

Resiliência: uma armadura psicológica

A resiliência pode ser desenvolvida em qualquer idade. Ela fornece uma “armadura psicológica” composta por cinco elementos ou fatores. De acordo com George S. Everly Jr., Douglas A. Strouse e Dennis K. McCormack, autores do livro “Stronger: develop the resilience you need to succeed”, existem cinco atributos que caracterizam uma pessoa resiliente:

1. Otimismo ativo

Quando você se encontra ativamente otimista, você se torna um agente orientador da mudança. O seu otimismo é um instrumento poderoso, uma força interior capaz de impulsionar você corajosamente adiante, mesmo quando os demais estão fugindo da luta.

Uma atitude otimista é uma afirmação psicológica que resulta em uma mudança fisiológica benéfica. Quando você se torna resiliente, o seu corpo é “sobrealimentado com um aumento moderado de hormônios como adrenalina, noradrenalina, ácido gama-aminobutírico, neuropeptídeo Y e cortisol”. Este surto de hormônios fortalece a memória e permite maior tolerância à dor, reações mais rápidas e maior consciência e força.

O pensamento otimista torna as pessoas mais felizes e mais bem-sucedidas. Os “otimistas passivos” esperam algo melhor; porém os “otimistas ativos” tomam medidas para moldar o futuro. Por exemplo, para militares de elite, o sucesso ou o fracasso pode representar a vida ou a morte. Portanto uma atitude negativa pode significar a derrota. Em sua filosofia, o resiliente acredita que sucesso “acontece porque você faz tudo para que ele aconteça”.

Uma dica aqui é: procure interpretar os acontecimentos na sua vida a fim de promover resultados eficazes e um ótimo desempenho. O seu mindset, isto é, a sua perspectiva mental sobre o evento, é fator determinante para o sucesso. Como dizia Henry Ford: “Se você acredita que você pode ou que você não pode, você está correto”.

Estudos científicos comprovam que quanto mais sucessos você obtém, mais fácil é compreender o que é preciso para ser bem-sucedido, ou seja, aquilo que pode gerar maiores triunfos; o cérebro humano, então, vai acabar também vivendo na expectativa de alcançar novas conquistas. É a profecia que se autorealiza.

Albert Bandura, da Universidade de Stanford, afirma que as pessoas podem desenvolver a autoeficácia, uma manifestação do otimismo ativo, através dos passos a seguir:

  • Realizações pessoais – O sucesso gera sucesso. Comece com pequenos sucessos para aumentar a sua confiança.
  • Observação – Observe as pessoas que conseguem alcançar os seus objetivos. Se elas podem chegar lá, você também pode.
  • Incentivo e apoio – Quanto mais apoio você tiver, mais fácil vai ser desenvolver a autoconfiança e o otimismo. As pessoas vão apoiar você, caso você as apoie.
  • Autocontrole – Mantenha a calma, procure além da gratificação instantânea, controle seus impulsos e se mantenha saudável.

O otimismo ativo é mais do que uma esperança ou uma crença. É uma prescrição para que você se recupere, seja bem-sucedido e deixe de viver como vítima.

2. Ação decisiva

Para se recuperar de um revés temporário, as pessoas resilientes estão preparadas para agir com coragem. Uma pessoa que se sinta fortalecida e determinada é capaz de tomar decisões difíceis sob pressão e agir com proatividade, escolhendo entre várias opções e avançando. Este nível de determinação ajuda você a enfrentar os problemas de frente e aproveitar as adversidades para crescer e desenvolver resiliência. Mas para que isso aconteça, você precisa agir.

As pessoas respeitam quem age com firmeza. Esse respeito constrói um efeito halo, isto é, as pessoas veem com bons olhos e admiram os mais determinados. Para elas, uma atitude orientada à ação é louvável e possui um potencial impulsionador de carreiras.

Por isso, a dica é: aja com determinação e aprenda a superar os comumente obstáculos existentes tais como:

  • Medo paralisante do fracasso
  • Medo do ridículo
  • Procrastinação
  • Falhar ao comunicar os detalhes relevantes a respeito das suas ações
  • Tentar agradar a todos
  • Sentir-se intimidado pela extensão do desafio
  • Perder a visão dos objetivos de longo prazo

3. Bússola moral

A sua bússola moral, ou seja, a sua “honra, integridade, fidelidade e comportamento ético”, deve orientar todas as suas decisões, mesmo que as coisas não estejam indo bem.

Quando as pessoas sentem que você está fazendo a coisa certa, elas creditam mais respeito e confiança. Para influenciar pessoas de maneira eficaz, os líderes sabem que a credibilidade e confiança se constituem em pilar fundamental. Em tempos de crise, as pessoas podem se permitir a cometer mais falhas, mas a moral e a ética serão sempre admiradas e valorizadas pelos públicos com os quais você se relaciona.

Kouzes e Posner, autores do livro “O Desafio da Liderança” entrevistaram milhares de líderes extraordinários no mundo inteiro. Os especialistas concluíram que o primeiro fator de sucesso do líder é ele ser “líder pelo exemplo”. Em primeiro lugar, grandes líderes sabem liderar a si mesmo, mantendo autocontrole e professando valores positivos.

Durante uma crise, o negativismo, o ceticismo e a desesperança são fatais. É preciso muito autocontrole, disciplina e inteligência emocional para superar as dificuldades.

4. Tenacidade implacável

Em 1939, o exército alemão de Hitler atacou a Polônia, dando início à 2ª. Guerra Mundial. Até outubro de 1941, a Alemanha ocupou a Europa Continental. A Grã-Bretanha manteve a sua liberdade. O primeiro-ministro Winston Churchill já havia conclamado o Reino Unido a resistir com firmeza aos nazistas. Ele se dedicou a “desafiar com tenacidade” as hordas de Hitler.

Churchill disse: “Nós lutaremos na França, lutaremos nos mares e oceanos, lutaremos com crescente confiança e crescente força no ar, defenderemos nossa ilha, a qualquer custo. Lutaremos nas praias, lutaremos nos campos de aterrissagem, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; jamais nos renderemos”. Graças a tenacidade de Churchill, o vento começou a virar e os aliados, com a ajuda dos EUA, derrotaram os nazistas.

Inspire-se em Churchill e naqueles que seguiram seu exemplo corajoso. Não importa o obstáculo que você deva superar, confie na sua tenacidade “autossustentável”. Você tem controle total sobre o esforço necessário para seguir em frente. A determinação é abastecida pelo seu empenho total, nada menos do que isso. Espelhe-se no modelo estabelecido

Pessoas corajosas e determinadas são persistentes diante de desafios

5. Apoio interpessoal

Aristóteles afirmava que o grupo supera sempre os seus membros individuais. Este aumento da capacidade deriva da prontidão dos membros de se ajudarem mutuamente para o bem-estar coletivo. Este fenômeno é conhecido como “coesão interpessoal”, isto é, a partilha e o apoio.

Charles Darwin também comentou sobre o grande valor dos grupos coerentes. Ele concluiu que as tribos que conseguiriam prevalecer naturalmente seriam aquelas cujos membros defendessem uns aos outros e fizessem sacrifícios para o bem das suas comunidades.

Em outras palavras, você é mais bem-sucedido quando conta com relacionamentos sólidos. A dica aqui é: fortaleça as suas conexões interpessoais utilizando a fórmula “homofilia x proximidade”. Encontre pessoas com os mesmos valores e atitudes que os seus (homofilia) e passe um bom tempo nos locais onde elas costumam se reunir (proximidade). Vá atrás de mentores e exemplos a seguir.

Apoie as pessoas dispostas a apoiar você. Demonstre o seu respeito pelos outros. Escute o que as pessoas têm a dizer. Não presuma que as pessoas ao seu redor são maliciosas, mesmo que algumas se levantem contra você; pode ser que estejam agindo por pura ignorância ou insensatez. Não leve as ações dessas pessoas para o lado pessoal.

Esses cinco fatores interagem entre si e vão se desdobrando um após o outro. O otimismo ativo leva a uma ação decisiva, a qual depende da sua bússola moral; estes três passos requerem uma tenacidade implacável e se tornam mais fáceis quando você conta com um apoio interpessoal.

Resiliência é a capacidade de recarregar

Estou certo de que ser flexível e ágil é a melhor competência profissional do século XXI. No mundo volátil, cheio de incertezas e turbulências, aja como um bambu diante das tempestades e não como uma rígida figueira. As duas árvores sofrerão a mesma realidade, mas a forma de reagir de cada uma será diferente. Qual delas sobreviverá? A figueira se quebrará e o bambu se vergará, sobrevivendo à crise e se reerguendo. Quem cai e dá a volta por cima, sempre vence no final.

Muitos associam resiliência com força (o soldado que se arrasta na lama e não sofre, o boxeador que sempre se reergue depois do nocaute). Mas força e trabalho duro representam o oposto da resiliência. Arianna Huffington descobriu que os EUA perdem 11 dias de produtividade por trabalhador por causa da falta de sono revigorante dos trabalhadores.

A chave para a resiliência é a capacidade de recarregar. É tentar de maneira determinada, então pausar, tentar novamente, recuperar-se, e então tentar de novo. Mas melhorando a cada vez, como fez Thomas Edison. Esta conclusão tem base científica na biologia, mais especificamente no conceito de homeostase – a capacidade do cérebro de continuamente recarregar e sustentar o bem-estar. O neurocientista Brent Furl chamou de “valor homeostático” esta capacidade que temos de recarregar e buscar o equilíbrio novamente de forma natural.

Lembretes para o sucesso

Para desenvolver eficazmente a resiliência, lembre-se das seguintes premissas:

  • A simplicidade é crucial – Concentre-se nos cinco fatores da resiliência. Outros comportamentos também consolidam a resiliência, incluindo o autocontrole e uma mentalidade “calma, inovadora e não taxativa”. Lembre-se: menos é mais. Busque soluções simples.
  • A resiliência pode ser aprendida em qualquer idade – As dificuldades, a ansiedade e os eventos dolorosos podem levar a “eventos neurológicos e neuroendócrinos” semelhantes à plasticidade cerebral das crianças, o que melhora a aprendizagem. Assim, nossos revezes e eventuais fracassos devem ser encarados como lições de aprendizagem.
  • A autoeficácia é uma estrutura útil – Lembre-se de que o “primeiro sucesso é o mais difícil”.
  • É importante monitorar a sua resiliência – O autoconhecimento é um requisito fundamental para o sucesso. Conheça e tire proveito de seus pontos fortes e habilidades. Lembre-se: a prática e o treino aperfeiçoam.
  • Estude o passado – Encontre seus heróis pessoais de resiliência. Estude as suas palavras e ações. Inspire-se neles. Churchill, por exemplo, dizia: “O sucesso consiste de ir de um fracasso a outro fracasso sem perder o entusiasmo”.

( Por: Marco Morsh – Fonte: Portal Administradores)

Quando devemos iniciar a construção da nossa imagem profissional?

COMECE A CONSTRUIR SUA IMAGEM AINDA NA FACULDADE.

Se você pretende construir uma imagem sólida na advocacia, procure uma área do direito com a qual você se identifique e busque aprofundar o conhecimento sobre ela.

A partir daí, comece a produzir conteúdo ainda durante a faculdade. Procure publicar artigos científicos, capítulos de livros ou artigos para sites e blogs jurídicos, participe de fóruns, congressos, ou qualquer atividade, que traga visibilidade para seu nome e atraia a atenção de advogados, escritórios, ou outras pessoas que estão sedentas pelas informações contidas no conteúdo que você produziu.

Lembre-se da célebre frase, “Quem não é visto não é lembrado”.

Veja quando se encerra a obrigação do pagamento de pensão alimentícia para os filhos

Não há uma data certa para o dever de pagar alimentos se encerrar, e o contexto de todas as partes deve ser analisado.

Quem precisa pagar ou receber pensão alimentícia tem dúvidas sobre até onde vai o direito. Alguns requisitos são mais conhecidos, como quando o filho atinge a maioridade ou quando se forma. Mas eles não são definitivos. O Justiça & Direito conversou com especialistas em direito de família para esclarecer alguns detalhes sobre o tema.

Não existe um momento específico para o fim da prestação de alimentos – como se chama a pensão no meio jurídico. Alguns marcos podem mesmo influenciar, como quando o filho completa 18 anos ou quando conclui a faculdade. De fato, na prática, podem significar o fim da obrigação, mas isso não é automático. O alimentante (aquele que paga a pensão) precisa solicitar a exoneração do dever e o juiz delibera sobre o assunto.

A advogada Diana Geara, especialista em direito de família, explica que, para avaliar a necessidade, o magistrado deve tomar como base parâmetros estipulados no Código Civil como o padrão social ao qual os filhos estavam habituados e as despesas com educação. Além disso, é preciso verificar o trinômio necessidade vs possibilidade vs proporcionalidade. “Serão avaliados a necessidade de quem recebe, a possibilidade de quem paga e a proporcionalidade em relação a renda do outro genitor – já que ambos os pais devem contribuir para o sustento dos filhos”, aponta Diana.

A advogada e presidente da Associação de Direito de Família e das Sucessões (Adfas), Regina Beatriz Tavares da Silva, explica que o Código Civil estabelece que os pais têm o dever de sustento até os 18 anos do filho. Após a maioridade, há o dever de prestar assistência. Regina Beatriz indica que a jurisprudência consolidada define que a obrigação de pagamento da pensão se encerra quando o filho tem condições de auto-sustento; com o término da faculdade; quando o filho completa 24 anos; ou ao se casar – o que ocorrer primeiro.

Os juristas entrevistados também lembram que o pagamento da pensão não deve ser um incentivo ao ócio.

E se a faculdade for além do 24 anos?

Alguns cursos, como medicina, podem ir além dos 24 anos do alimentando (aquele que recebe a pensão). Para a presidente da Adfas, este caso é exceção e é preciso solicitar em juízo a continuação dos alimentos até a formatura.

Para o advogado e professor de direito de família do Centro Universitário Unibrasil Carlos Eduardo Dipp, o marco dos 24 anos não necessariamente significa o fim do pagamento da pensão. Ele lembra que outros cursos, como os da área de engenharia, acabam levando mais tempo para serem concluídos devido ao grau de dificuldade. A graduação que duraria cinco anos acaba levando seis ou sete.

Segundo Dipp, para definir a continuidade ou não dos alimentos é preciso também observar se o filho está se dedicando pouco à faculdade e tendo reprovações com o objetivo de manter a pensão por mais tempo. No entanto, é muito difícil fazer esse tipo de comprovação e, em uma situação como esta, se não conseguir a exoneração do dever, o pai pode solicitar a revisão do valor que está pagando.

Pós-graduação dá direito à pensão?

O professor Dipp explica que já houve controvérsia sobre a necessidade ou não de os pais bancarem os filhos durante cursos de pós-graduação. Mas uma decisão do STJ definiu que a obrigação se estende apenas durante a graduação ou um curso técnico. Para os ministros, a concessão do direito a alimentos durante a pós-graduação tenderia ao infinito e poderia levar à “perenização do pensionamento”. O STJ avaliou a formação na graduação como suficiente para que uma pessoa tenha condições de ingressar no mercado de trabalho e comece a ter uma renda suficiente para se sustentar.

“Por ocasião da conclusão do curso superior, deveria a alimentanda – contando com mais de 25 anos de idade, ‘nada havendo nos autos que deponha contra a sua saúde física e mental, com formação superior’ – ter buscado o seu imediato ingresso no mercado de trabalho, não mais subsistindo para o seu genitor obrigação (jurídica) de lhe prover alimentos”, observou o ministro Luis Felipe Salomão ao julgar um caso em que a filha já estava formada em direito e cursava pós-graduação.

Quem está no cursinho tem direito à pensão?

Cursos pré-vestibulares não estão contemplados nas alternativas que a jurisprudência cita. E Dipp explica que esta é uma luta ferrenha nos tribunais – especialmente entre candidatos de medicina – e não há unanimidade sobre o assunto já que esse tipo de curso está fora do escopo da educação normal básica ou superior. A concessão ou não, dependerá muito da avaliação do juiz. Na opinião dele, enquanto advogado, os alimentos deveriam continuar sendo pagos, já que o filho está buscando melhorar sua formação.

Se a pensão não for mantida, o filho pode ajuizar uma nova ação de alimentos após a aprovação no vestibular.

E quando o alimentante não tem condições de pagar?

Regina Beatriz afirma que, em caso de longo período de desemprego ou doença grave que impossibilite o trabalho, o alimentante também pode pedir a exoneração do dever de pagar a pensão. Mas vale lembrar que, diante da impossibilidade de um dos pais arcarem com as obrigações de alimentos, os avós são co-responsáveis e têm a obrigação de assumir os pagamentos.

Fonte: Gazeta do Povo

Advogado explica os direitos do consumidor por atraso de voos

As férias de julho estão chegando e muita gente já se prepara para aproveitar bons momentos com a família e amigos. Para não deixar esse momento virar uma grande dor de cabeça, o advogado Emerson dos Santos Magalhães, do escritório Küster Machado – Advogados Associados dá algumas dicas sobre as companhias aéreas e o direito do consumidor.

O advogado destacou que se o voo do consumidor atrasar é importante conhecer os direitos:

“Nos casos de cancelamentos ou atraso nos voos o consumidor tem direito a adicionais proporcionais ao tempo causado pela ocorrência.”

O advogado ressalta que se ocorrer uma hora de atraso, o consumidor tem direito à acesso à internet e ao telefone. Já se forem duas horas, o direito engloba alimentação adequada ao tempo de espera.

Chegando em quatro horas de espera, o consumidor precisa de acomodação adequada no aeroporto ou ambiente externo com condições satisfatórias, como hospedagem, caso necessário. Além disso, o advogado também explica que a empresa aérea precisa fornecer o transporte entre o aeroporto e a acomodação.

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Fonte: Migalhas

 

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